Deus e o Diabo nas terras do Alentejo:Fialho de Almeida e a razão (as)cética

Elisabeth Fernandes Martini

Resumo


Nos últimos vinte anos do século XIX, um autor farto em produção contística e mestre em cultivar o desassossego destacou-se em meio à intelectualidade lisboeta. Fialho de Almeida, apesar de temido em vida e execrado quando morto, nunca foi de todo esquecido, por legar à língua portuguesa renovações estilísticas e ácidas críticas à sociedade oitocentista. Proponhome, com o presente artigo, abordar a ficcionalização de deus, partindo dos prismas do original escritor, segundo os conceitos bakthinianos de destronamento, carnavalização e grotesco.

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ISSN: 2316-6134

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