Do exílio à espera: o espanto na escrita de Juliano Garcia Pessanha

Ricardo Gil Soeiro

Resumo


Abordando topoi como o espanto, a espera e o exílio, o presente artigo visa apresentar uma abordagem da obra do escritor brasileiro Juliano Garcia Pessanha, um autor dificilmente catalogável em nomenclaturas literárias estanques. Consagrando especial atenção à trilogia ficcional constituída pelos livros Sabedoria do nunca (1999), Ignorância do sempre (2000) e Certeza do agora (2002) (embora não esquecendo a sua mais recente obra – Instabilidade perpétua, de 2009), pretende-se argumentar que estamos perante uma escrita híbrida, proficuamente oscilando entre o ensaio e a ficção, entre a poesia e a filosofia, entre o registo ensaístico e o registo diarístico.

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ISSN: 2316-6134

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