Da guerra à sátira: o expurgo do trauma em Fernando Assis Pacheco1

Sérgio Bento

Resumo


A poesia de Fernando Assis Pacheco apresenta dois momentos fundamentais: a sua experiência de guerra e a sua obra “pós-guerra”. Na primeira, trata-se de uma “literatura de testemunho”, em que o trauma é revisitado por meio de imagens chocantes, abjetas. Na segunda, há uma poética de deflação lírica com forte carga irônica, como se o poeta tivesse expurgado a sua tragédia. É a análise de tal passagem que motiva esse artigo.

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ISSN: 2316-6134

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